domingo, 25 de agosto de 2013

Alvoroço



 As saudades que eu tenho de um tempo que não foi meu
Bailam à tona das águas. Deus meu!
As saudades que eu tenho do teu rosto quando moço
Brincam com as minhas lembranças em alvoroço

Tento desvendar o sorriso se é que um dia o tiveste
Por vezes duvido disso, tudo me parece agreste
Aí tento sorrir por ti, mas o riso emudeceu e o coração entristece
O tempo às vezes escurece até a garganta emudece e eu

Recolhida nas lembranças deito ao largo as andanças
De um tempo que é só teu.

Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...