quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Por aqui e por ali


Se ao escrever os poemas que não sei
A mão não tremesse de emoção
Escreveria versos doces, até direi
Que algures tombariam em tua mão

Contudo no caminho que percorro
Embalada pelo vento suão
Ao escrever versos sou o povo
Que sobe a ladeira em aflição

Por aqui e por ali planto um sorriso
Outras um forte abanão
Enleada no instante preciso
Os versos até soltei em contramão

E se um dia ao morrer não sentir dor
As penas deixarei pelo caminho
Nas pedras da calçada uma flor
Recordando o meu verso miudinho.

Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...