sábado, 19 de março de 2016

Contramão...

Vejo em ti uma mistura agridoce,
num jeito traquino de olhar o dia.
Vejo uma ruga na testa, olhar triste.
Ou…um sorriso altivo!

Vejo em ti:
tudo o que foi um dia de verão.
Luar que inunda a noite,
onde as estrelas pernoitam.

Vejo em ti ao cair da tarde,
a minha solidão.
Vejo também o tempo a passar
e nós dois em contramão.


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...