sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Previsível...

Não sei…
Sempre que olho o impossível,
atrevo-me além da noite.
Apresso o passo, sigo em frente,
penso comigo… Previsível
é o brilho no olhar,
mesmo que a sombra pernoite;
no seu rosto.

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...