quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Natal 2012


 
Natal tempo de paz, de amor, fraternidade
Tempo de matar saudade num abraço apertado
Esquecer as amarguras de um ano conturbado
Aconchegar amigos com a força da igualdade

Natal do Deus Menino o meu imaginário
Um presépio com musgo, prenda no sapatinho
Olhar arregalado pelo alto da chaminé
Em tempos distantes o cheiro a azevinho
Natal quem me dera que fosses solidário
Nas mãos estendidas uma luz que ilumine

Todos os que precisam de um gesto e de pão
As crianças com frio e os velhos tão cansados
Os pais desta terra que labutam dia-a-dia
Natal tivesse eu mil braços guardados
De lés a lés levaria conforto e atenção

Há falta disso, meus amigos, oferto fantasia.
Para si um bom Natal com amor no coração.