domingo, 23 de abril de 2017

Fogosa magia…

Circula no ar uma fragrância a verde pinho.
Será pele morena ou gosto a fruta madura.
Rodopia então este sentir e já adivinho…
Que a paixão pode ser luz e é cisterna!

Sublime constância ou largo caminho…
Traçado na areia sem temer lonjura.
E se a cacimba se abeirar de mansinho…
Que traga no seio uma réstia de ternura.

Já que este sonho… tão antigo: rodopia…!
Que mais parece o voo de uma borboleta.
Nas suas asas um sorriso, fogosa magia.

Utopia em vocábulos ao romper do dia.
Esperança presa nas asas de um cometa…
À espera dos teus olhos…A minha nostalgia!





Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...