segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Incerteza...

Neste dia sem tecto pairam os sonhos!
Nas nuvens espessas do desconhecido…
Arrasta-se a fome no choro dos mais velhos.
Barriga vazia de negro embrutecido.

Neste dia sem tecto em todos os momentos,
renasce a esperança! Vislumbre enaltecido,
pela força da vontade. Esquece os choros
o meu país cansado! Na mudança o colorido.

De uma papoila rubra! Mas… tenho medo!
Tenho medo da sombra que vem de além,
Intranquila, confesso: eu tenho medo.  

E se os sonhos se vão em euforia de aquém,
será a vontade inabalável rochedo,
ou da incerteza me tornarei refém!




Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...