domingo, 8 de novembro de 2015

Preciso de um abraço...

Preciso de um abraço sem hora marcada.
De um olhar mais atento, um sorriso cristalino.
De uma atenção, de quem me guie pela estrada,
Me leve ao cume do ser… Mas que vida em desatino!

Preciso de palavras honestas. Afinal estou cansada
de vazios… Horas mortas impostas p`lo destino!
Estou cansada! Posso ser um tanto desvairada;
na maneira de pensar. Mas amiúde imagino…

Uma estrada sem curvas… Lá no alto a paixão.
Uma sombra ao fim da tarde e nós dois unidos
por entre os sonhos: em franca comunhão.

E assim: por entre o frio da noite os abraços
pelos quais anseio. São aos meus olhos visão,
na qual embarco renegando os meus choros!


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...