terça-feira, 30 de abril de 2013

Declínio



Que ruptura nos espera
Sem que nos ampare a força do amor
Ou a vontade corrente seja
O dia-a-dia transporte calor

Tudo parece estranho no declínio
E às vezes até o fascínio
Do amargo na boca que é a saudade
Trás consigo conformidade

A fractura no lugar do coração
Labuta contra a corrente
Dia sim, dia não. Agoniza.
Até a saudade do que poderia ter sido
Vira as costas e parte, submissa.


Maria… Um Conto de Natal...

- Maria: é o meu nome. - Porquê, Maria? Retorquiu a criança de olhos arregalados. - De onde eu venho todas as mulheres são, Marias. ...