domingo, 21 de abril de 2013

Palavras fúteis…



Sempre qua audácia se apossa
Das mãos inúteis
Vem o vento com palavras fúteis
E a esperança derruba, desastrosa
É a força da palavra lançada como pedras
Sempre que o vento renega as evidências
Baila comodamente por entre aparências
Chicoteia a vontade alheia, o amor e o brio
Ignorando o corpo a seus pés tremendo de frio

Vira ladainha na vontade trancada
Moinha deslizando na mão
Que manipula a vontade roubada
Há força que paira num triste coração.


Ai de mim...

Deixa que adormeça na terra árida. Que o tojo seja o cobertor dos dias frios. A aurora seja o sinal que a alma aguarda. E o vento o ...