terça-feira, 30 de abril de 2013

Liberdade



Tenho medo de morrer sozinha
Numa valeta qualquer
Vivo num país que espezinha
Homem, criança ou mulher

Aprendi em liberdade
Com liberdade em pensar
Hoje tenho vontade
Da liberdade trancar

Logo que uma criança nasce
A sete chaves no peito
Então ao crescer se agarre
À liberdade a eito
 
Tenho medo de morrer sozinha
Eu que pouco temi
Vivo num país que espezinha
O grito que mais ouvi

Acabo de ler no olhar
De quem por mim passa na rua
O medo de definhar
Em liberdade seminua.


Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...