domingo, 14 de abril de 2013

Desamparo



Os medos que não vi…
Resvalam nas pedras da calçada
Por entre corpos corroídos
O desamparo então sabe de si
Assoma uma lágrima desviada
Aos sonhos carcomidos…

Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...