domingo, 2 de novembro de 2014

Repouso...

Rebolam as pedras pela ladeira,
Depois da canseira ao subir!
Rebolam as dores, os risos
Os partos adiados.
Até a vida, rebola.

Rebolam os sonhos
Em dias seguintes,
Ironia em matizes
Que adornam os dias…
Vejam bem!
Tudo rebola depois da subida.
E a sorte repousa na cova mais funda,
Onde a terra se atreve a dormir.

Não reboles tu no tempo que é teu.
E assim desperdices pouco mais que nada,
Pequena fortuna que ao nascer herdaste…
Não rebolem aparências perdidas no ego,
Nem aflição no coração escondida.
Assomo fantasmagórico que impões
Ao mundo em redor.

E assim no buraco mais fundo,
Onde a terra repousa,
Encontres paz e a saudade p`ra trás,
Faça de ti deus… Sem pés de barro.




Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...