sábado, 1 de novembro de 2014

Corro...

Falta a outra metade.
A que está colada na alma
E se transfigura em partículas,
Tão finas, tão finas,
Que circulam no ser…

Falta um tempo
Na ausência de mim.
O sorrir que tanto me larga,
Até o chorar me falta
Num espaço sem fim…

No entanto corro
Atrás do vento!
No entanto grito
Na alvorada!
É que a esperança dobrada
Em dias estivais,
Traz ao meu âmago o crer

Num amanhã de paz.

Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...