domingo, 23 de agosto de 2015

Sombra...

Na secura que resvala dos corpos,
que se tocam noite dentro:
surge um grito rouco!

Tudo é frio, tudo é escuro.
Por entre a luminosidade da ilusão!

São as almas ruelas e a paixão soterrada,
iceberg, de um azul olhos mar.
É o medo da solidão, fantasia!
São os corpos marionetas sem tempo.
Tempo de amar!

É o frio intrometido,
estatela-se ao comprido,
num tempo sem olhar

Sou eu, tresloucada, insensível,
sombra invisível, sem receio…
De errar.


Foto: via Google



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...