quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Espera...

Espera por algo… mas que força traz à tona
nas três palavras singelas. _Espera por mim.
Na solidão dos campos a espera é maratona,
ergue até altos muros. Um horizonte sem fim!

A aridez desta espera, onde a mesma desespera,
faz da força de vontade: Um bosque jasmim!
Espera por dias melhores… O sonho impulsiona,
mil estrelas de cupido, num ramo de alecrim!

Sou tolhida p`la vontade que retrai a ansiedade.
Solta numa nuvem branca… Até o chamamento
do céu que cobre a terra é breve claridade.

Atrai saltitantes emoções nas asas do vento…
Mas a espera é cruel! E na franca anuidade:
_Esquece que até ela intui ao esquecimento!



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...