quarta-feira, 1 de junho de 2016

O corpo dormente não sente

No cume do mundo uma semente térrea,
uma cascata divina, um roseiral em flor.
Beijada p`la brisa com extrema ousadia
se encobrem as penas, se esfuma a dor!

Sempre que a fantasia se atreve e baila;
uma criança sorri. Então, onde está a cor
no seu olhar aguado? Choro em agonia,
farrapo torturado onde falta amor.

Dia um, ou dia primeiro na compaixão,
de um dia, onde se pinta diferente
 todos os (junhos) que pernoitam sem pão.

Não… para quê chorar? O corpo dormente
não sente. Não… descura coração…
Aquela criança, pobre indigente.


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...