terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Raio de sol…

Sei que por aí… Neste tempo ínfimo!
Tudo corre apressado, através do vento!
As lágrimas fogem, os sorrisos morrem.
Enquanto, procuro um raio de sol.

Segui os seus passos numa tarde, qualquer.
Nem sequer, dei por isso. Agora… Entendi!
Foi esse o instante, em que morri.
Foi essa a hora, o começo do fim.

Mas se um dia encontrar o meu raio de sol.
Tomarei cuidado para que não fuja.
Já que a vida sem luz, não tem qualquer graça.
O meu raio de sol, onde está? Que se passa?


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...