segunda-feira, 28 de março de 2011

Lembrança

Não sei porque me chamam os passos
Que me levam a ti por entre distância
Nem porque me chama a voz do silêncio
Não sei se a lonjura é eco sonolento
Ou se sou eu que sou impertinência
Não sei porque a lembrança corroí 
Ou porque a noite fica mais fria
Nas noite de luar, serram as estrelas
Uma pradaria, e eu questiono a tua lembrança

Na minha almofada.

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...