sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Todos os poemas

De todos os poemas que renego
Alguns deixam muitas dores
Outros mais felizes os entrego
Ao tempo que os adorna com flores

Para que escrevo afinal se no momento intrincado
Tudo parece irreal, até a chuva deslavada na calçada
Deixa uma lamuria inaudível, folhas soltas em mortalha
Celebram uma escrita que não quero

Para que escreves, ego corrompido
Se nada faz sentido num país a mendigar
Às vezes se assemelham a rugido
As silabas que teimas em juntar.



Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...