segunda-feira, 10 de março de 2014

Busca

Procuro o ver por entre os muros
Meu imaginário incompleto
Altos castelos de pátios escuros
Tropeço no absurdo repleto

De esquecimento, quem és afinal!

Quando muito uma pena solta
O porquê do vento num vendaval
Inquietação de pouca monta
O que é a busca, qual o sinal
Ao longe o fim da linha
De que serve o bem ou o mal

Como o esquecimento é abissal!

Quando calhar logo se verá
Afinal, porque corro eu
Se na busca o que der será
Que confusão. Para o que me deu.



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...