sexta-feira, 14 de março de 2014

De que servem vaidades...


Perguntei ao dia que nasce
O que é humanidade
Abrindo os braços ao mundo
É o sol que me reponde
O ser pode ser belo ou imundo

Há ganancia escondida
Em alguns de máscara erguida
Noutros os gestos são aves
Repartindo alegria
Esvoaçando dia a dia por entre flores

Depois há os idiotas
Rebolando no umbigo
Por sorte há os altruístas
Amigos do seu amigo

Há ainda desinteressados
Há de tudo neste mundo
Reflecte-se na educação
No saber ou na esperteza
No puro coração
Ou na maldade e avareza

Ao ouvir estas verdades
Agradeci ao dia sorrindo
De que servem vaidades

Se vegetamos extorquindo.


Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...