segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Jubileu



Que galguem os rios de lés-a- lés
A voz enrouqueça, que sangrem os pés
Que galguem caminhos pela vida fora
Se ergam os braços sem dia nem hora

Que o amor se agite sem vontade omissa
Se abram cancelas se afaste a carniça

De um salve-se quem puder.

Que o dia se encontre no escuro da noite
O choro esmoreça e o riso se afoite
Que o teu coração ao encontro do meu
Una a esperança de um jubileu



Ai de mim...

Deixa que adormeça na terra árida. Que o tojo seja o cobertor dos dias frios. A aurora seja o sinal que a alma aguarda. E o vento o ...