terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Desde sempre


 
Não sei nada de ti há tanto tempo
Chega-me agora num lamento
O eco do teu medo

Nada sei de erros passados
Muito menos do presente
Nada sei, sonhos ocultos
Mas minha alma presente

O cheiro a terra molhada traz no seio a saudade
Ao olhar a estrada a fria realidade
Nada somos neste mundo, para quê tanta tormenta
Para quê tanta vaidade
Tanto sonho corredio, rezinguisse e contenda
Se o medo comanda a lida, o mundo gira ligeiro
Triste daquele que só pensa no dinheiro
Chega-me agora o eco do teu medo

E eu, sigo a estrada cansada
De que serve tanto eco
Tens a vida programada
Desde sempre badameco.


Máscara...

Sempre que adivinho a solidão alheia… É como se o espelho estivesse embaciado. E o meu rosto sugado por uma teia. Sempre que ...