quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Diz-me



Que esperam de mim os teus olhos
 Quando o inverno se achega
A alma em turbilhão que deseja de mim afinal
Não sei se esqueci ou se perdi no caminho
Não sei, diz-me.

Se por acaso o momento não foi antecipado
Ou se veracidade não tem semelhança
Com uma trovoada no mês de Março

Diz-me.
Porque há muito que calam os teus olhos
Comodamente se encobrem os sonhos
Ou então eu ceguei na espera imposta.



Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...