segunda-feira, 23 de março de 2015

Condor...

E se o sonho viesse uma única vez.
Me elevasse p`lo alto até o sol se pôr.
Se à meia-noite me mostrasse a lua,
ou as sombras que circundam, o sei lá, talvez…
De uma quimera.

Seria a noite, com certeza dia!
E a lua apesar de gélida aqueceria o meu ser.
Seriam as estrelas farol em alto mar.
E a saudade que me circunda,
se dissiparia nos ecos do meu pensar.

Mas como quimeras são castelos de espuma,
onde os fantasmas pernoitam.
Peço ao sonho simplesmente, um sorriso.
E aí… a lua, as estrelas e o mar,
dançarão noite fora, como no céu o Condor.




Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...