sábado, 28 de março de 2015

Logo eu...

Por vezes as palavras falham. Estão a mais,
 com uma futilidade estonteante.
Por si só, sinto na garganta o supérfluo.
Não sei que falar, que escrever.
Ele é um nó… que me atrofia.

Por vezes as palavras erram. Sem norte,
vão e vêem na minha mente,
vêem e vão, constantemente.
Correm veloz, mas… morrem antes de nascer.

Logo eu, que tinha tanto para dizer.