terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Saudades


Que faço com a saudade de tudo
No meio de gestos em abolição
Nos olhos que adivinham emoção
Escapam ilusões descrentes
Onde está, o que é, o que sou ou que fui
O coração ora desdiz, ora anui
Irrequieto corta algumas verdades
Logo, quando a vida parar
Saberei que fazer e será tarde

Que faço na terra de ninguém
Onde até os pássaros se perdem
Talvez que o olhar me logre
E ali, ali seja o que da soidade sobre.



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...