quinta-feira, 21 de maio de 2015

Será que sim...

Enquanto o sol se esconde por entre o horizonte,
questiono o Ocaso… Será que sim, será que não?
Será que a incerteza um dia responde,
e o vento levará a suposição?

Enquanto o azul do céu se torna alaranjado,
pinto uma tela, com um verso inacabado.
Sorrio à lua que aparece além…
Questiono o vento : serei eu refém?

Da imaginação por entre barcaças.
Pernoitam no cais de um bem-querer!
Por entre o sol-pôr ate ganham asas…
Eu sou mesmo assim! Que hei-de fazer?

Será que sim, será que não?
Todos os sonhos dançam ao luar!
Por entre as notas de uma canção,
Erguem-se as respostas para me abraçar.



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...