domingo, 10 de abril de 2011

Onde está

E depois eu quis um amor simplificado
Imaginei-me numa casa sem telhado
Onde dois braços seriam a trave

E depois imaginei o sol poente
Onde tudo seria tão diferente
Bastaria prenunciar o seu nome

Para que o Inverno se afastasse
Tudo o que era caduco eu negasse
Para que o amanhã me trouxesse

Um rosto

Mas onde está esse amor simplificado
Não tem corpo, não tem gosto
Pergunto ás telhas do telhado

Onde está esse amor tão atrasado.



Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...