quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Início do fim

Deixa-me pensar que morri
Talvez a noite me vele
A lua e as estrelas quem sabe me chorarão
O meu peito é um barco vazio
Não se atreve a sonhar
Quem sabe as pedras me venham velar
Deixa-me pensar que morri
Ainda á pouco na escuridão
Vislumbrei um vulto
Era a minha alma vadia
Correndo por entre as nuvens
 A lua e as estrelas acompanhadas das pedras
Correram no seu alcance
Mas teimosamente
A minha alma afundou-se
A noite por fim rendeu-se
Deixou de olhar por mim
Por isso deixa-me pensar que morri
Quem sabe me olhes de novo
E seja o inicio do fim
O barco atraque no porto.

Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...