terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pelo sim e pelo não

Quer sejam azuis ou amarelos, os sonhos
Que invento dia a dia, sou feliz ou infeliz
Conforme a ânsia em que vivo, medonhos
São os receios, devaneios de mente incrédula
Que sei eu afinal da sorte, aprendiz
De feiticeiro este meu ego brejeiro, incerta
É a vida à nascença, nada há que me convença
Errata naufragada na penúria existente
Consistente é o verso do avesso, perdurável
O desejo pertinente de ser meu, improvável
O olhar impenetrável que me lanço

Balanço final para presentear a aflição
Que aflita balanceia a ilusão, que seja feliz
Pelo sim e pelo não.

Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...