segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

No silêncio

Morrerei no silêncio
Quem sabe
Calarei na garganta um grito aflito
Uma nota singela em clave
Calarei na garganta o sentido
Do meu olhar aguado
Morrerei no silêncio
De uma madrugada
Fingirei que não é nada
Quem sabe me oiças
Me adivinhes mesmo calada
Morrerei no silêncio
E a minha boca fechada
Gritará sofregamente
A minha vontade esfaimada
Alma desfolhada
De um cacho em flor
Gritarei no silêncio
A palavra amor
Morrerei sem saber
Se o grito ouviste
Morrerei a dizer
Meu amor tu não viste.

Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...