quinta-feira, 3 de julho de 2014

Estado de Alma...

Pergunto ao sol por entre as nuvens
porque me dispo de sonhos.
Vaticínio esconjuntado a um estado de alma.
Perco ambições a cada dia que passa.

Estado de alma, modo de vida, ou o negro frio,
e derrotista de um mundo em abolição.
Tudo corre, tudo gira em contramão,
até os olhares se perdem num rio
onde o sal surripiado às lágrimas,
Morre de míngua e de frio!

Pergunto ao sol por entre as nuvens
o teu nome, liberdade de acreditar,
sonhar e vencer os meus demónios…
Como são frios os raios que iluminam a terra,
ou serei eu que morri em vida?

E aí sim, a explicação,
porque tudo passa sem ficar,
porque foge a ilusão,
O meu direito a sonhar…




Máscara...

Sempre que adivinho a solidão alheia… É como se o espelho estivesse embaciado. E o meu rosto sugado por uma teia. Sempre que ...