sábado, 26 de julho de 2014

Fim de tarde...

Descansaste o olhar em mim,
Carência que afogaste…
No brilho dos meus cabelos,
Que o vento teima em ondular.
Sonolento o fim
Aconchegou-se, não reparaste,
Nos minutos apressados
Que teimaram em galopar.

A brisa anunciou
Que a tarde terminou.
Os meus cabelos branquearam
Dos teus olhos então brotou.

Uma saudade temporã.




Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...