domingo, 31 de julho de 2016

A mim mesma...

Legitimo sim; a minha pequenez.
Ou os meus sonhos altivos em cimeira.
Os passos dados, um de cada vez.
Os acertos e uma boa dose de asneira.

Sou estranho baluarte sem robustez!
Até transporto aos ombros a cegueira!
Sinto-me barata tonta; talvez,
seja o cerne que incita a fronteira.

Entre o que vejo e o que penso.
O que sei ou não sei… mais não digo…
Logo; desdigo apressada o senso!

Se até mesmo o sol justifica o abrigo.
Não quer dizer que não esteja suspenso,
o mundo. Assim; afirmo e contradigo!


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Palavras ao Vento Suão, Antónia Ruivo