segunda-feira, 4 de julho de 2016

Ao encontro do sol...

Saí para a rua e cumprimentei as calçadas.
Namorei com elas, segredei-lhes os meus, nadas.
 Rodopiei no vento e no sol e chegou o ocaso…
Esperei por ti… desisti… que estranho caso.
É esta saudade sem rosto… dolente!

Quando dei por mim a noite caía,
e o meu coração… de frio tremia.
Abri os braços no meio da rua;
as estrelas sorriram…. estava nua!

Alta madrugada regressei a casa.
Somente a rua vazia…
Adormeci… sonhei que ria;
no regaço do sonho abri as asas…
Ao encontro do sol e de um novo dia.