domingo, 31 de julho de 2016

Xadrez...

Devias saber se ondulas altivez,
ou subterfúgio em tela luminosa.
 O teatro montado em redor do talvez,
é desmontado numa vénia, airosa.

Se o saber quase sempre é robustez,
e se a vida até pode ser gloriosa.
Porque te perdes num jogo de xadrez?
Só porque ela se mostra caprichosa…

Deixa correr o rio, desagua no mar.
Na força das águas, salpicos de sal.
No seu corre, corre; uma voz a cantar.

Porque temes? Será o sonho irreal?
Deixa que corra… Não temas olhar…
As areias na foz… Se até a espuma é real!