sexta-feira, 15 de julho de 2016

Deixa às rosas os seus espinhos…

Chovem rosas brancas numa praia iluminada.
Os olhos choram, mas a alma não se reconhece;
na imensidão das águas.
Aos pés da terra as rosas choram!
Afinal… a penumbra existe, numa praia iluminada!

Pensa comigo.
Para quê desfolhar as rosas se são ínfimas.
No areal que é a mente.
Deixa às rosas os seus espinhos,
se o amor se desvanece em espuma.
Deixa às rosas os seus espinhos e ao olhar
a alma em movimento.
E talvez um dia na imensidão das águas:
Se esgote o lamento.




Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...