quinta-feira, 19 de junho de 2014

Recantos...

Por entre os muros de verde pranto
A letargia do fim de tarde, dolente…
Esvai-se aos poucos, e já o sol escaldante
Dá lugar à noite em seu fresco manto.

Intuo as sombras em cada recanto…
Pressinto serena o tempo presente
Até quem diria uma estrela cadente
Se junta a mim, sublime momento!

Quem dera a vida de verde bordada
Rebeldia ao sonhar com o infinito…
Bordo assim na minha alma cansada,

A ponto de cruz instante bonito.
Quem sabe o verde traga a madrugada
E logo a seguir reprima o meu grito.


Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...