terça-feira, 17 de junho de 2014

Vidas...

Pé ante pé palmilho as pedras
Tropeço na amargura
Aqui e além rugem as feras
Saem gritos pelas fissuras.

O porquê da morte, ou do mau quinhão
Eu não aceito e digo não.
De que vale a frustração
Se não posso pegar-te ao colo…
Se não posso tratar das feridas
Das feições angustiadas.
De que serve a frustração
Se pelo mundo vidas curvadas…

Foto de Alfredo Cunha.


Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...