segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eu sei...

Quando a razão me pede, - escreve um poema de amor-.
Levo a mão ao coração e busco por entre as chagas,
Uma margarida em flor.
Mas logo a saudade atira aos meus pés adagas
Junto à margarida uma roseira, os espinhos são fúteis facas
Que cortam o condão, de versos de amor dizer.
Porém junto às folhas caídas, as raízes sobrevivem
E no meio do labirinto um rosto em matizes
De um azul celeste, outras vezes verde água
Incita a horas felizes,
Até o branco dos cabelos se assemelha a violeta.
Por entre as silabas nasce aos meus olhos o poema
Fraco, eu sei, mas abre os braços à vida
Talvez virado ao contrário, não fossem sonhos fadário
 De columbina, imaginário, porém são pétalas surripiadas
Há minha alma cansada
Então de todos os versos que neguei
Nascerá o mais completo, eu sei…






Os sonhos chegam nas trindades…

Em qualquer canto ouço a voz dos dias!... Traz ao de cima as fantasias. Mas qualquer canto ensurdece o vento. Mesmo que o intento po...