quarta-feira, 16 de abril de 2014

Diga-me

 Diga-me lá você que me lê
Em tantos dias, em tantas horas
De alegria ou solidão
Vem até mim e lê

O que me sai em delírio
O que atiro em declínio
Ou então elevo ao alto
Com espalhafato
Diga-me lá, preciso saber
Tenho a mente desarrumada
Ao escrever
Ou é retórica de alma penada.

Que deixa que a vida lhe fuja apressada.



Ai de mim...

Deixa que adormeça na terra árida. Que o tojo seja o cobertor dos dias frios. A aurora seja o sinal que a alma aguarda. E o vento o ...