terça-feira, 29 de abril de 2014

Que mais...


Tenho dias, tenho horas
Em que o instinto me apela
Vai porque demoras
Tanto tempo na janela
Da inquietação

Tenho dias, tenho noites
Que falo comigo mesma
Respondo a cada questão
Coloco no coração
 Anseios ou aflição
De seguida ato as pontas  
E falo por entre dentes
Deixa é abolição
Da imaginação.

Contradição
Quando a saudade aperta
O papel coitado parece irado
Além de maltratado sente o desapego
Da minha ladainha ou então da descoberta

De que o poeta diz e desdiz
Igual a petiz, ou então aprendiz
Na arte de dizer, ser ou não ser
O ter e o querer, ainda está por ver
Que mais há a escrever.



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