quarta-feira, 30 de abril de 2014

Saberás...


Saberás tu porque rio com vontade de chorar
Porque finjo para o mundo tudo menos amar
Saberás tu das minhas dores, da força ao ficar
Enquanto tu foges em cobarde debandar

Saberás tu afinal que o sol aquece a alma
Sempre que o choro se nega num sorriso colossal
Saberás tu tristemente que não sorris e afinal
Passas pela vida pobre e indigente, e agora

Que ficas por aí a remoer frustração
Enquanto, eu rio com determinação
E saberei enfim que dos fracos nada conta

O que sobra a granel é coisa de pouca monta.