domingo, 4 de maio de 2014

Acto de parir


Devia dizer
O que os olhos querem ver
Meto a mão ao coração
Que aflição
Despi-me de palavras belas
Que fiz delas

Se o dia fosse terno
Mas em volta desespero
Mulheres de olhos no chão
Ao trambolhão
Penso comigo porquê
Porquê…

Até o acto de parir
Distinto no destino
Grosso modo o sorrir
Se perde o cretino.




Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...