terça-feira, 27 de maio de 2014

Contigo...

Contigo esgotei o verbo amar
A capacidade de argumentar
Dissolvi em todos os pretextos
Até a fúria no julgar.

Contigo reaprendi em cada vazio
Comigo trancada por dias a fio
Que nada importa, ou consome
O dom de amar

Reaprendi nos teus olhos
Que cartas fechadas, são molhos
De violetas em flor.
Agora que cruzastes os braços
Penso comigo.

Para quê tantos estilhaços
Quando os teus olhos gritam amor!


Silencio…!

Reina, invisível… Nem as paredes sabem  a cor. Ou o cheiro do seu eterno bafo. São tantas as nuances que não cabem na casa desventra...