terça-feira, 2 de setembro de 2014

Cinzas...

Sei que no teu peito arde a fogueira do ciúme
Na pacatez emocional que escondes do dia,
Queima em labaredas a memória do meu corpo,
Onde a confiança é fachada atribulada
Pelas evidências.

Vê bem.
A facilidade de atear as brasas,
A morrinha do medo.
Ou a incoerência dos meses.
Vê bem.
Só preciso de palavras escritas em contramão,

E do teu peito saltam as cinzas em aflição…

Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...