sábado, 19 de setembro de 2015

Nudez de pensamento...

O sal nas mãos, arrepia caminho na visão
das gotículas de suor: adivinha o pensamento!
O sal nas mãos, doí! Na dor transparece a mão
do imaginável. Impropria ao momento…

Que os corpos protagonizam. Será a emoção
salina que ensaia a maturação, e o alento
da paixão, arriba, que  logra determinação.
Apenas a nudez, não é nudez, é o centro!

Centro de todas as atenções, o espalhafato!
Moinho de muitas Mós onde o vento esperneia!
O sal nas mãos retrai, chega a ser caricato.

A dança que o corpo protagoniza. Além dança
a matéria, e na matéria um leão esfaimado,
onde todas as modas se saciam em pujança.




Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...