quinta-feira, 11 de junho de 2015

Os meus sonhos...

Todos os poemas de amor são histórias inacabadas,
melodias ao luar, ou choro de almas cansadas.
São retalhos de um lençol onde o corpo adormeceu,
qualquer poema de amor: meu amor é teu!

São teus, os meus delírios,
e as minhas insónias.
De igual modo as minhas vitórias!
Até as dores sem dia ou hora,
são tuas!
São teus os meus sonhos:
perdidos no vento em grandes rebanhos!


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...